03 dezembro, 2008

Madame V

(pra quem tiver paciência em ler ou re-ler, sexo escrito)

As aventuras amorosas de Mr R

Madame V.

Ela permanecia em silêncio, observava cada detalhe do quarto, aproximou-se de um maço de rosas e tentou sentir da flor pouco perfumada, em seguida um gole curto na taça de vinho, eu a observava e sem trocar uma só palavra lhe ofereci uma rosa branca, ela a aceitou, segurei sua mão e a puxei fazendo seu corpo vir ao meu encontro, deslizei as costas da minha mão por sua face e a beijei demoradamente, meu impulso por sexo deu lugar a uma calma que jamais sonhara ter. O beijo foi lento, minha língua queria desbravar cada pedacinho daquela boca, enquanto uma das minhas mãos estava no centro das suas costas a outra percorria delicadamente seu rosto, ela brincava com seus lábios, contornava sua orelha, podia sentir as pulsações de V, o arrepio que corria seus braços, aquela mulher forte e decidida do ultimo encontro agora estava indefesa, insegura, relutante em meus braços. O beijo foi ganhando força, agora sentia suas mãos apertarem minha cintura e aos poucos ela relaxar, era a vez da sua boca descobrir a minha, parecíamos apenas um naquele momento. Minha excitação era visível e a julgar pela sua respiração ofegante ela também me desejava, rodei os calcanhares e a passos largos a conduzi até a cama, ela se deixou cair e eu deitei por cima dela sem por um momento desviar meu olhar do seu, ela se ajeitou na cabeceira e repousou a cabeça sobre as almofadas, a olhei intensamente por minutos, quase não acreditando que ela estava ali, meus olhos diziam a ela essa tarde você será minha, a beijei intensamente, minha boca agora procurava descobrir outras partes do seu corpo, beijos leves contornava seu pescoço até chegar à orelha, mordi a ponta com força e soprei lento no seu ouvido, minha língua agora fazia o caminho inverso até seu queixo.Entre beijos e mordidas fui deslizando a parte inferior dos meus lábios por seu colo, minhas mãos já escorregavam por suas pernas, subindo pela parte interna de suas coxas, fui sentindo sua respiração ficar cada vez mais rápida, a cada centímetro percorrido subia seu vestido. Pude sentir seu corpo estremecer e ela contrair as pernas tentando camuflar a excitação, minha mão alcançou sua vagina, aquele monte de roupas já nos atrapalhavam e controlavam nossos movimentos.

Sentei na cama, ela se levantou e me beijou, suas mãos apertavam forte meus braços, um a um ela desabotou os botões da minha camisa, para cada casa aberta recebia um beijo na área desnuda, os arrepios subiam cada vez mais forte pela espinha, vi minha camisa ser atirada para um canto do quarto, ela me olhou sorriu e me empurrou com tudo na cama. Deitado senti sua língua correr meus peitos, minha barriga, meu púbis, a olhei e ela retribuiu o olhar, mas com uma cara de safada que me fez quase chegar ao orgasmo. Seus dedos passeavam pela minha boca, meu corpo tremia a cada beijo, ela desabotou minha calça e começou a retira-la, minha cueca foi a próxima a voar pelo quarto. V começou beijando minha canela, subindo pelo joelho, ela apertava meus peitos enquanto subia pelas minhas coxas. Como se não esperasse, fechei os olhos e senti sua boca encontrar meu pênis, meu corpo já se contorcia, tentava respirar fundo e pausado, mas fui traído mais uma vez, a respiração ficava cada mais intensa, mais rápida, mais ruidosa, sentia sua língua molhada engolir minha glande, não pensava, não conseguia pensar, a música virou zumbido em meu ouvido, um frio percorria minha barriga, meus pés formigavam, meu coração está cada vez mais descompassado, explodiria a qualquer momento. Ela me olhava todo mole a sua frente e ria maldosamente. Sua boca subindo e descendo, sua língua agarrada ao meu pênis, a sucção cada vez mais intensa, eu latejando dentro da sua boca, a respiração ofegante, o prazer latente, o ar faltando, o corpo se contorcendo e ela me beijando ininterruptamente. Já não agüentava mais afastei violentamente sua boca de mim e a puxei. A beijei com tamanha violência que quase lhe faltou o ar, ouvia seus suspiros, ofegante, quente, suada, imersa, entregue, amante, mulher.

Agora seria minha vez de retribuir o carinho, mais uma vez sentados na cama baixei o zíper do seu vestido e sem nenhuma dificuldade a despi, por baixo do vestido apenas uma lingerie branca, pequena, rendada. Sua pele branca, lisa, macia, do umbigo desciam pequenos pelos loiros até a vagina. Os bicos dos peitos rosados, grandes, duros denunciavam a excitação. Poderia admirá-la por dias, assim nua em pêlo na minha frente.

A deitei de bruço, afastei seu cabelo e como um vampiro ataquei seu pescoço fazendo seu corpo se torcer forte para o alto se soltando relaxado em cima da cama, a cada beijo em sua nuca ouvia seu suspiro abafado. Lentamente e porque não dizer maldosamente fui soprando sua coluna até chegar em suas nádegas, a palma da minha mão pressionava suas costas tentando descer e acompanhar minha boca, mordia sua bunda, apertava suas costelas, beijava suas coxas, lambia suas costas, deixava o peso do meu corpo sobre suas pernas, soprava lento no seu ouvido, mordia sua orelha, mordia suas costas, mordia as batatas da sua perna, minha língua percorria de cima a baixo seu corpo. O destino proibido lá estava uma das minhas mãos tentando romper a barreira da calcinha que ainda estava em seu corpo, eu alisava sua vagina por cima da calcinha e sentia meu corpo se contorcer em minhas mãos, ela já estava molhada e o cheiro de sexo anunciado começa a se misturar com o quarto. Com um dedo de cada lado de sua cintura fui retirando a lingerie a te não mais cobrir suas vergonhas, sem cerimônias meus dedos foram diretos até sua vagina quente, úmida, apertada, V afastou as pernas e se abriu para me receber, mas estava disposto a brincar um pouco mais.

Meu dedo já inteiro dentro da sua vagina sentiam a pressão de uma mulher louca pelo sexo. Eles entravam e saiam com força cada vez mais rápidos, mais molhados, mais quentes, podia sentir cada veia, cadê pedacinho do seu corpo em minhas digitais, ela já estava entregue ao prazer, suspirava fundo, respirava cada vez mais ofegante, clamava pela minha mão.

Não pensei muito a virei abri suas pernas seria sua vez de ser chupada. Minha língua desbravaria lábios, grandes lábios, clitóris, sentiria o gosto salgado de V a cada nova parte que ela chegasse. Freneticamente pressionava seus lábios, invadia sua vagina, beijava seu clitóris, subia, descia, circulava, pressionava, escorria, mordia, chupava se misturava a um turbilhão de sensações, sentia seu corpo se entregar ao prazer, suas mãos entrelaçadas as minhas, suas costas cada vez mais inclinada, suas coxas pressionando minha cabeça, seus gemidos saltando desesperado pela boca ora confundidos com sussurros, gritos mudos, respiração forte e minha boca ali brincando maldosamente. Ela explodia a cada segundo, denunciava o coito, apertava mais minha cabeça ao encontro dela, minha língua estava ali disposta a descobrir cada centímetro daquela mulher.

Subi rapidamente ao encontro de sua boa, a beijei longamente, seu suor já se misturava ao meu, introduzi meu pênis e ouvi um gemido forte, ela me abraçou, um suspiro lento saltou de seus lábios, agora éramos um só corpo, suas mãos apertavam minhas costas, sentia suas unhas abrirem sulcos até chegarem a minha bunda, com força ela a apertou, um misto de prazer e dor me invadiu a face rasgado pelo meu sorriso sacana que cadenciaria nossa primeira tarde de amor.

Lentamente meu pênis entrava e saia, sentia sua vagina se contorcer o chamando, o cheiro de sexo era cada vez mais forte, ácido, junto com as velas queimadas e flores que enfeitavam o quarto. A preenchia a cada nova estocada, fui ganhando ritmo e velocidade a cada novo movimento, por vezes parava e a beijava, em seus olhos podia sentir o prazer, não nos falávamos, qualquer palavra seria impronunciável, cada vez mais rápido via seu rosto ganhar contornos de prazer, suávamos, nossos corpos colados ganhavam força, se perdiam em gemidos contidos, abafados, gritados no ouvido, ela apertava cada vez mais sua vagina contra o meu púbis, puxava seu corpo ao meu encontro, contorcia a barriga e eu ali em cima dela concentrado em receber prazer, naquele vai e vem, entre e sai, frenético loco, impensado por dois adúlteros entregues imersos ao sexo.

As forças começaram a me faltar, a visão ficava cada vez mais turva, novamente o zumbido tomava conta do meu ouvido, dessa vez com mais força não só o ouvia podia sentir vibrar, meu corpo formigava, teve inicio nos pés e subia rapidamente. A cada momento metia nela com mais força e com mais força, mais rápido, a sentia estremecer junto comigo, sua vagina cada vez mais relaxada, mais quente, mais úmida, sua respiração quase faltante, o formigamento subindo, coração na boca, boca seca, olhos fechados, lábios entre mordidos, cerrados, mãos suando, braços fracos, ouvindo vibrando, respiração rápida, curta, desconexão entre pensamentos e ações e cada vez mais rápido, ela me pressionando contra seu corpo, atos falhos, respiração acelerada, gemidos altos no ouvido, meu pênis entrando e saindo, dela deitada entregue, me olhando, e eu mais forte, mais torto, tentando resistir, gemidos, ouvidos zumbindo, mão inchada, barriga expandindo e contraindo, cabeça rodando, respiração forte, metia, metia, força, rápido, metia, penumbras, gemidos mais altos, quase gritos, ela tentando me beijar, eu mais forte dentro dela, ela me puxando, mais rápido, ela me beijando, eu mais mole, ela apertando suas pernas nas minhas costas, mais forte, forte, forte, forte, forte, respiração falhando, olhos não querendo abrir, ela sussurrando baixinho vem, vem, vem, vem, vem e eu dentro dela, mais forte, mais rápido, mais, mais, formigamento, barriga, velas, flores, mais rápido, rápido, apito, falta me o ar, me unhava, mais rápido, me beijava, mais rápido, corpo mole, mais rápido, mais, mais, rápido, rápido, rápido, rapid, rápido, rápd, rádo, ráp´, rápido, rá, rá.

O grito do orgasmo rasgou o quarto, meus ouvidos fecharam, meu gozo explodiu dentro dela, as forças me faltaram, o formigamento tomou conta do corpo, não tinha controle nenhum sobre mim, respirava, gemia, gemia mais que respirava, meu corpo vibrava, meus olhos não abriam, pernas moles, suor, desabei em cima dela, colado ao seu corpo ainda quente fui respirando devagar, tentando recobrar os sentidos, gemia longo, grosso, respirava, zumbia, formigava, tato, sentidos, olfato, excitação, sexo, audição, suor, paladar, orgasmo, visão, corpos, sentidos, suor, velas, vinho, tangos, orgasmo, sexo, ofegante, rápido, forças, sons, inexprimíveis, amantes, adúlteros, homem, mulher, os dois entregues ali corpos nus estafados deitados sobre o outro.
a continuação em:

Um comentário:

_Ton_ disse...

Relendo. Cada vez melhor. Agora atentei para novos detalhes. E como tem detalhes. Me senti um voyer observando toda a ação no quarto.
Como comentei antes, Sensacional!
Abraços