19 novembro, 2010

Querido uma ova!!!

Para ler ouvindo: Imperfeito - Pato Fu
"O que há de errado em ser tão errado assim"



Papai Noel,

Não sei se mereço presente esse ano, talvez eu tenha sido humano demais em 2010.

Usei palavrão como virgula, adjetivo, substantivo e até como verbo. Sem demagogia falei mesmo, falei de monte, falei com gosto!!!

Desejei o mau de muita gente. Torci mesmo pra que eles se dessem mal (muito mal), e daí, pensei em mim.

Sei lá quantos pecados pratiquei, se criarem mais uns dois, eu provavelmente os pratiquei antes mesmo de existirem.

Os pecados recorrentes foram gula e preguiça.
Assumi de vez meu lado preguiçoso e sem remorso algum.

Tive inveja, menti, manipulei, esbravejei, amaldiçoei e não cumpri com 1/3 das minhas promessas. Claro que não me orgulho disso, mas também não me arrependo, fiz o possível (meu possível) para ser um bocadinho melhor, mas não fui.

Mas pra ser sincero, mais ainda. Tô nem ai, ninguém é perfeito e eu estou muito longe de ser (talvez a léguas de distancia), não quero ser, vou e continuarei errando no próximo ano e nos próximos e nos próximos.

To escrevendo, nem sei por que estou escrevendo, me perdi no raciocínio mas to escrevendo mesmo assim.

Bom é isso!
Abraços.

11 novembro, 2010

FRUS TrA DO

Para ler ouvindo:  Epitafio - Titãs




FRUSTRADO:   Adj
1. Malogrado, falhado, baldado, frusto.
2 Que não chegou a desenvolver-se, incompleto, imperfeito, frusto.
3. Que não atingiu o seu ideal, a sua ambição, o seu desejo.
4. Psican. Que sofre ou sofreu frustração (2) *S. m
5. Individuo frustrado
(Aurélio, Dicionário Aurélio da Língua portuguesa - Básico pg 309)



Não com nada, mas comigo...

22 janeiro, 2010

Sobre o tempo, a demora e vontade de escrever.

Decidi que hoje iria escrever; então escrevi.
Pra não falar coisas sem sentidos ou sobre a falta de criativa e ainda sobre o ócio criativo.

Escrevi, sobre assuntos aleatórios desses que agente usa pra puxar papo na fila do banco. Assuntos que nunca morrem e que geram no minimo um sorriso de desagrado.

Qual o problema em divagar sobre a demora na fila do banco ou prever que em São Paulo é melhor ter na mochila do gato Felix, uma blusa, um guarda chuva, um óculos de sol ou aquele artigo de outono que nunca é definido.

Tentei escrever coisas inteligentes, para que os preguiçosos mentais como eu possam não entender e mesmo assim discutir na fila do banco, depois do assunto da fila demorada, o assunto das mudanças e atrocidades climaticas ou antes mesmo do seu consciente começar a gritar: "NÃO DEIXE O ASSUNTO MORRER".

Ia escrever sobre música, sobre cinema, sobre política, sobre literatura, sobre o amor, mas não sei o que é amar, então escrevi sobre a falta do amor, sairam garranchos e mais garranchos tão desinteressantes quantos os assuntos de fila de banco e papos de elevador.

Bom, acho que já escrevi, escrevi sobre tudo e sobre nada, sobre o assunto mais importante dentre os assuntos menos importantes como diria o apresentador televisionado. E eu com essa minha mania de comer palavras, acabei comendo os paragrafos mas meus desabafos vou deixa-los guardados no pedaço de papel, que escondi no fundo da mochila.